Mães atípicas e a luta por direitos: quando a Justiça vira caminho obrigatório

por Antônio Luiz Moreira Bezerra publicado 21/04/2026 15h25, última modificação 21/04/2026 15h25
Entrevista no Palavra Aberta expõe desafios enfrentados por famílias e aponta caminhos legais para garantir atendimento digno

Nessa edição do programa Palavra Aberta, fruto da parceria entre a TV Alepi e a Associação Jurídica e Social do Piauí (AJUSPI), o jornalista Thiago Moraes conduz uma conversa necessária e sensível com a advogada Laura Nascimento, especialista em direito da pessoa com deficiência. A entrevista mergulha em uma realidade que, embora prevista em lei, ainda exige resistência diária: a luta das chamadas mães atípicas para assegurar direitos básicos aos seus filhos.

 

Durante o diálogo, Laura Nascimento destaca que muitas famílias só conseguem acesso a terapias, medicamentos e acompanhamento especializado após recorrerem à Justiça. Situações como negativas de planos de saúde, ausência de profissionais qualificados na rede credenciada e a falta de informação sobre direitos acabam transformando o que deveria ser garantido em uma verdadeira batalha judicial. O cenário revela não apenas falhas estruturais, mas também um distanciamento entre a legislação e sua aplicação prática.

 

Diante desse contexto, o Palavra Aberta cumpre um papel fundamental ao ampliar o debate e oferecer alternativas para quem enfrenta essas dificuldades. A entrevista levanta uma pergunta central — por onde começar? — e reforça a importância da informação, do apoio jurídico e da mobilização social como ferramentas essenciais para transformar direitos escritos em direitos efetivamente cumpridos.

 

Confira a entrevista na íntegra



Da Redação Site TV Alepi