Juventude, autismo e jornalismo: a comunicação como ponte para inclusão e direitos

por Antônio Luiz Moreira Bezerra publicado 24/01/2026 12h20, última modificação 24/01/2026 12h20
O programa Ver Ouvir Sentir deste sábado (24) destaca a inserção de neurodivergentes no Jornalismo numa entrevista com o jovem Vinícius de Freitas

O jornalismo pode ser muito mais do que informar: ele também pode ser uma poderosa ferramenta de inclusão, conscientização e defesa de direitos. Esse foi o tom da conversa entre o apresentador Chico Costa e o jornalista Vinícius de Freitas no programa Ver Ouvir Sentir, exibido pela TV Assembleia e pela Rádio Assembleia, aos sábados.

 

Durante a entrevista, Vinícius compartilhou sua trajetória pessoal e profissional como pessoa autista no mercado da comunicação, destacando a importância da representatividade e do protagonismo de pessoas neurodivergentes na mídia.

 

O caminho até o diagnóstico

 

Vinícius contou que o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) veio após uma série de avaliações psicológicas, motivadas por professores que identificaram características como altas habilidades e comportamentos diferenciados na escola. Natural de Brasília, ele revelou que chegou ao Piauí há pouco mais de um ano e meio, trazendo consigo experiências e reflexões sobre educação, inclusão e identidade.

 

“Eu sempre fui muito solto, principalmente em questões de altas habilidades. A partir do encaminhamento dos professores, começaram as investigações e veio o diagnóstico de TEA”, relatou.

 

A escolha pelo jornalismo

 

A decisão de seguir carreira na comunicação, segundo Vinícius, surgiu após tentativas em outras áreas profissionais, nas quais não se sentiu plenamente realizado. No jornalismo, encontrou um espaço de expressão, pertencimento e propósito, especialmente ao lado de colegas também neurodivergentes.

 

Veja o programa na íntegra

 

 

Da Redação Site TV Assembleia