Inteligência Artificial em 2026: o ano da virada global entre poder, produtividade e desigualdade digital

por Antônio Luiz Moreira Bezerra publicado 22/01/2026 11h36, última modificação 22/01/2026 11h36
Em entrevista ao Bom Dia Assembleia, especialista destaca que a IA deixou de ser promessa futurista e passa a fazer parte da nossa realidade

A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar infraestrutura essencial da vida contemporânea. Essa é a principal conclusão do debate promovido pelo programa Bom Dia Assembleia, que trouxe o especialista em arquitetura e soluções tecnológicas Gustavo Barni para falar sobre os impactos da IA em 2026, numa entrevista concedida à apresentadora Juliana Arêa Leão.

 

A entrevista revela que este ano marca uma virada histórica: depois do boom tecnológico, da fase de cautela e da etapa de experimentação, chega o momento em que empresas, governos e cidadãos passam a colher — ou sofrer — os efeitos concretos dessa transformação.

 

Um dos destaques da entrevista é a chegada dos chamados agentes autônomos de IA, sistemas capazes de executar tarefas sem intervenção humana: agendar reuniões, calcular custos, realizar lançamentos contábeis e tomar decisões operacionais.

 

Estudos internacionais apontam ganhos de produtividade de até 40%, transformando profundamente setores como marketing, tecnologia, serviços, finanças e agronegócio.

 

Apesar do temor de perda de empregos, Barni acredita que a IA criará novas funções em vez de eliminar completamente as existentes. O verdadeiro risco, segundo ele, é a desigualdade salarial entre quem sabe orquestrar a tecnologia e quem não sabe.

 

Veja aqui a entrevista completa


 

Da Redação Site TV Assembleia