Inteligência Artificial em 2026: o ano da virada global entre poder, produtividade e desigualdade digital
A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista para se tornar infraestrutura essencial da vida contemporânea. Essa é a principal conclusão do debate promovido pelo programa Bom Dia Assembleia, que trouxe o especialista em arquitetura e soluções tecnológicas Gustavo Barni para falar sobre os impactos da IA em 2026, numa entrevista concedida à apresentadora Juliana Arêa Leão.
A entrevista revela que este ano marca uma virada histórica: depois do boom tecnológico, da fase de cautela e da etapa de experimentação, chega o momento em que empresas, governos e cidadãos passam a colher — ou sofrer — os efeitos concretos dessa transformação.
Um dos destaques da entrevista é a chegada dos chamados agentes autônomos de IA, sistemas capazes de executar tarefas sem intervenção humana: agendar reuniões, calcular custos, realizar lançamentos contábeis e tomar decisões operacionais.
Estudos internacionais apontam ganhos de produtividade de até 40%, transformando profundamente setores como marketing, tecnologia, serviços, finanças e agronegócio.
Apesar do temor de perda de empregos, Barni acredita que a IA criará novas funções em vez de eliminar completamente as existentes. O verdadeiro risco, segundo ele, é a desigualdade salarial entre quem sabe orquestrar a tecnologia e quem não sabe.
Veja aqui a entrevista completa
Da Redação Site TV Assembleia