Carnaval e saúde: entenda os riscos da “doença do beijo” durante a folia

por Antônio Luiz Moreira Bezerra publicado 11/02/2026 10h23, última modificação 11/02/2026 10h23
Em entrevista ao Bom Dia Assembleia, a cirurgiã-dentista Yáscara Santos explicou sobre a doença e como se prevenir

Faltam poucos dias para o Carnaval, uma das festas mais esperadas do ano, marcada por música, encontros e muita animação. Mas, em meio à folia, é preciso redobrar a atenção com a saúde. Algumas doenças têm maior incidência nesse período, especialmente aquelas transmitidas pelo contato direto entre as pessoas. Entre elas está a mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como “doença do beijo”.

 

O tema foi abordado no programa Bom Dia Assembleia, exibido nesta quarta-feira (11), sob apresentação da jornalista Juliana Arêa Leão, que entrevistou a cirurgiã-dentista Yáscara Santos. A especialista explicou o que é a doença, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas e, principalmente, como se prevenir.

 

Segundo Yáscara Santos, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr e tem como principal forma de contágio a saliva, motivo pelo qual ganhou o apelido popular. “Ela não é transmitida apenas pelo beijo. Qualquer contato com saliva contaminada pode representar risco”, alertou.

 

A especialista destacou que a doença é mais comum entre adolescentes e jovens, faixa etária em que o contato físico é mais frequente. Além do beijo, o vírus pode ser transmitido por meio do compartilhamento de objetos como garrafas, copos, latinhas, canudos e até batons. As gotículas de saliva funcionam como uma ponte direta para a infecção.

 

Confira aqui a entrevista completa


 

Da Redação Site TV Assembleia