Carnaval e saúde: entenda os riscos da “doença do beijo” durante a folia
Faltam poucos dias para o Carnaval, uma das festas mais esperadas do ano, marcada por música, encontros e muita animação. Mas, em meio à folia, é preciso redobrar a atenção com a saúde. Algumas doenças têm maior incidência nesse período, especialmente aquelas transmitidas pelo contato direto entre as pessoas. Entre elas está a mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como “doença do beijo”.
O tema foi abordado no programa Bom Dia Assembleia, exibido nesta quarta-feira (11), sob apresentação da jornalista Juliana Arêa Leão, que entrevistou a cirurgiã-dentista Yáscara Santos. A especialista explicou o que é a doença, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas e, principalmente, como se prevenir.
Segundo Yáscara Santos, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr e tem como principal forma de contágio a saliva, motivo pelo qual ganhou o apelido popular. “Ela não é transmitida apenas pelo beijo. Qualquer contato com saliva contaminada pode representar risco”, alertou.
A especialista destacou que a doença é mais comum entre adolescentes e jovens, faixa etária em que o contato físico é mais frequente. Além do beijo, o vírus pode ser transmitido por meio do compartilhamento de objetos como garrafas, copos, latinhas, canudos e até batons. As gotículas de saliva funcionam como uma ponte direta para a infecção.
Confira aqui a entrevista completa
Da Redação Site TV Assembleia