Bagagem de mão: Senado aprova fim da cobrança e reacende discussão sobre abusos

por Antônio Luiz Moreira Bezerra publicado 27/10/2025 11h00, última modificação 27/10/2025 11h00
Em entrevista ao Bom Dia Alepi, especialista explica sobre abusos nesse sentido

A recente aprovação, pelo Senado Federal, do projeto que proíbe a cobrança por bagagens de mão em voos comerciais reacendeu um debate antigo e polêmico: os limites das tarifas e taxas impostas pelas companhias aéreas brasileiras.

 

Em entrevista ao programa Bom Dia Alepi, apresentado pela jornalista Juliana Arêa Leão, o advogado Leandro Borges, especialista em Direito do Consumidor, explicou que a cobrança por bagagens foi introduzida sob a promessa de reduzir o preço das passagens — promessa que, segundo ele, nunca se concretizou.

 

“A princípio, a bagagem não era cobrada. Posteriormente, com a justificativa de baratear as passagens, passou-se a cobrar pelo despacho. Mas o que se viu na prática foi o oposto: os preços não caíram”, destacou Borges.

 

Segundo o advogado, a política de cobrança acabou criando um efeito colateral indesejado. Ao tentar evitar o pagamento pelo despacho, os passageiros passaram a levar mais bagagens de mão.


Confira a entrevista completa


 

Da Redação Site TV Alepi