Bacuri movimenta economia no Norte e Nordeste e ganha força na indústria de cosméticos

por Joelma de Sousa Abreu publicado 01/03/2026 08h32, última modificação 01/03/2026 08h32
Fruto tem safra entre dezembro e fevereiro, gera renda no campo e é alvo de pesquisas da Embrapa

O bacuri foi tema de reportagem exibida no programa Piauí que Produz. A fruta vive o auge da safra entre dezembro e fevereiro, período em que passa a ocupar feiras, mercados e até as margens das rodovias, impulsionando a economia local.


De acordo com o pesquisador Eugênio Emérito, da Embrapa Meio-Norte, o bacurizeiro tem ocorrência predominante na região Norte e, no Nordeste, está presente naturalmente apenas em dois estados: Maranhão e Piauí.


O fruto possui casca dura, polpa branca, aroma intenso e sabor agridoce característico. Tradicionalmente utilizado na produção de doces, sorvetes, bolos e sucos, o bacuri ampliou seu potencial econômico nos últimos anos, especialmente com o aproveitamento da semente para a extração de óleo utilizado na indústria de cosméticos.


Outro ponto abordado na reportagem é o manejo adequado do fruto. O bacuri é considerado uma fruta não climatérica, ou seja, não amadurece após ser colhido. Por isso, a colheita deve ocorrer apenas quando o fruto estiver no ponto ideal de maturação.



Veja mais detalhes na reportagem produzida por Ricardo Moura Fé, exibida no programa Piauí que Produz.