Gessivaldo Isaías cobra melhorias do serviço de Águas do Piauí

por Katya D'Angelles publicado 25/05/2026 13h32, última modificação 25/05/2026 13h36
Parlamentar também ressaltou estar sempre aberto para receber e ouvir a população

Na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) desta segunda-feira (25) o deputado Gessivaldo Isaías (MDB) criticou os serviços da Águas do Piauí, tanto em Bom Jesus quanto na zona rural de Teresina. Ele também fez um minuto de silêncio durante o grande expediente em respeito ao funcionário da Alepi que faleceu na última sexta-feira (22), conhecido popularmente como Juriti.



Gessivaldo esteve em Bom Jesus no final de semana acompanhando uma obra de asfaltamento na cidade que contou com recursos destinados pelo parlamentar. “Pude ver a qualidade da obra e as ruas que foram beneficiadas, conversei com várias pessoas. Lá ouvi pude ouvir as reivindicações, e muito foi reclamado sobre a água, precisamos resolver isso”, afirmou o deputado.



Sobre a situação da água no estado, ele ainda afirmou que esteve reunido com lideranças dos povoados Amparo e Bolena, na zona rural de Teresina. “Elas reivindicaram água e saúde na região, vou apresentar um requerimento aqui, mas antes disso convidei as presidentes das comunidades para irmos até a Águas do Piauí para tentar chegar a uma solução. Há dois poços perfurados na região, mas não está funcionando a redistribuição de água. As regiões tem 20 mil pessoas, não podemos deixar faltar essa água para as pessoas. Temos o 2º maior lençol freático das Américas, e Teresina tem água o suficiente para chegar a todos”, enfatizou o parlamentar.



Outra colocação do Gessivaldo foi sobre estar aberto a receber a população. “Fiquei muito feliz quando os gabinetes voltaram à Alepi, pois quem me conhece sabe que adoro receber a população. Não só quem vota em mim, mas todo mundo. Sempre procuro sair pela porta que entro, pois não me escondo de ninguém. Entendo que deputado precisa ter essa acessibilidade, por isso não meço esforços para atender quem precisa”, disse Gessivaldo.


Guilherme Cronemberger – Edição: Katya D'Angelles