Avança proposta que reconhece a Orquestra de Violões de Teresina como patrimônio cultural

por Katya D'Angelles publicado 09/04/2026 10h58, última modificação 09/04/2026 10h58
Projeto de Fábio Novo foi aprovado em 1ª votação no Plenário

O reconhecimento da Orquestra de Violões de Teresina como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do estado avançou na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Na sessão plenária desta quarta-feira (8), os deputados aprovaram, em primeira votação, o projeto de Fábio Novo (PT) que valoriza o grupo cultural. A matéria agora aguarda uma segunda votação em sessão plenária.


“Desde a sua fundação, em 2007, desempenha um relevante papel social e contribui para a identidade cultural do Estado do Piauí, além de transformar muitas vidas por meio da música. A Orquestra de Violões de Teresina tem uma grandeza imensurável que precisa ser preservada, expandida e mais difundida, principalmente, no que diz respeito às iniciativas que visam capacitar novos violonistas e oferecer meios para afastar crianças e jovens do mundo da criminalidade”, defendeu Fábio Novo no projeto.



Também avançou o reconhecimento de utilidade pública da Associação Casa da Ópera, que é a entidade responsável pela Ópera Serra da Capivara, realizada no Parque Nacional localizado no Sul do Piauí. Os deputados aprovaram em primeira votação o projeto do líder do PT, Hélio Isaías. Da mesma região, foi aprovado o reconhecimento de utilidade pública da Associação Comunitária de Produção e Serviços dos Agricultores e Agricultoras Familiares do Município de São Raimundo Nonato (ASAF), iniciativa de Fábio Novo.


Municípios - Outros cinco projetos do deputado Hélio Isaías receberam a primeira votação favorável na sessão plenária desta quarta-feira da Alepi. Todos eles tratam da revisão territorial de municípios piauienses. Itainópolis, Geminiano, Santa Cruz do Piauí, São Gonçalo do Piauí e Floresta do Piauí são os principais envolvidos nas matérias aprovadas. 53 cidades já tiveram a alteração de seus territórios avalizadas pelo IBGE em um trabalho desenvolvido, inicialmente, na Comissão de Estudos Territoriais da Alepi, que é presidida por Hélio Isaías.

 

Nícolas Barbosa - Edição: Katya D’Angelles